O governador Carlos Brandão
determinou o afastamento de policiais militares que atenderam a uma ocorrência
na casa de Carolina Esthela, investigada por agredir a própria empregada
doméstica, de 19 anos, que estava grávida.
De
acordo com áudios divulgados nas redes sociais, a suspeita afirma que os
policiais seriam seus conhecidos e que um deles teria dito que não a prenderia
por causa da amizade. Ainda nos áudios, a mulher relata, em tom de deboche, que
a vítima apresentava diversas marcas de agressão pelo corpo.
As
gravações repercutiram amplamente e reforçaram as denúncias de omissão por
parte dos agentes.
Segundo
as investigações, um homem — ainda não identificado — teria sido chamado por
Carolina Esthela para ajudar nas agressões contra a jovem.
O
caso ganhou grande repercussão, inclusive em rede nacional. Após o avanço das
investigações, a Justiça decretou a prisão preventiva da suspeita, a pedido do
delegado Walter Wanderley. Desde então, ela é considerada foragida.
Em
uma das gravações, a mulher afirma não temer a lei e diz já possuir diversos
boletins de ocorrência registrados contra ela.